Se você não existisse, que falta faria?

Tenho dito sempre que no mundo existem três tipos de pessoas: 90% que nascem, crescem, vivem e morrem sem saber o que vieram fazer no mundo; 7% também nasceram, cresceram, viveram mas, sempre criticaram as coisas que viram no mundo e não fizeram absolutamente qualquer coisa para ajudar a mudar; e 3% de pessoas que são aquelas que tem feito o mundo girar a despeito de qualquer dificuldade.

“Vir” para o mundo, em princípio, significa ser solidário, ou seja, ser sólido numa sociedade que precisa de gente assim. Solidariedade, ética e moral são princípios de vida, é o DNA humano, não são dons especiais, não tem a ver com religião. Um indivíduo que não sabe seu papel no mundo é um indivíduo que vive ainda “deitado em seu berço esplêndido”, esperando “a banda passar, a toa na vida”.

Esse tipo de gente é um prejuízo a sociedade que trabalha para o bem comum. Passei certo dia em frente a um prédio que foi construído para os favelados do Ipiranga em São Paulo, chamado Projeto Cingapura, tipo, e antes, todo limpinho e planejado, agora um lixo só. Por que? Porque o lixo não está no ambiente de fora, mas na vidas de  pessoas que não tem projeto de vida. Não sentem, não agem, não pensam!

Por isso, pergunto mais uma vez: “Se você não existisse, que falta faria?”

Pense Nisso!

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