É confortável ficar na tradição…

Estou acompanhando uma série de ficção científica chamada Voyager. Por ser ficção científica pode-se ultrapassar todas as barreiras das fronteiras espaciais, criando as mais diversas formas do pensamento. Neste último episódio, uma determinada forma de vida alienígena descobriu um fóssil diferente de sua forma física mas que poderia, segundo seus cientistas,  determinar a origem distante de sua raça.

Após discussões no conselho, para se pedir permissão para viajar pelo quadrante na tentativa de buscar a “verdade” sobre si próprios, foram impedidos, pelo conselho do planeta, sob alegação de que eles estavam infringindo suas tradições que criam que eles eram os únicos no universo.

Quero pegar este ponto. Manter uma tradição a qualquer custo, mesmo não tendo certeza de que ela seja verdadeira. De fato, a busca por elementos, baseados nas Escrituras, de modo profundo, pode ser perigoso porque permite-se descobrir fatos e conceitos “diferentes” daquilo que se crê. É perigoso se aprofundar e buscar a verdade!

A verdade sobre a história de seu país, a história de sua parentela, a história onde você está inserido, a história da empresa que você trabalha, e a história sobre Deus que você tem ouvido desde a infância. Não se sabe porque tantas coisas acontecem na igreja, por que são cantados esses hinos, por que não se pode usar a bateria no culto, por que temos que vestir roupas sociais quando se vai a reunião da igreja, por que ter que ir todo domingo a igreja, por que ter que pagar o dízimo Saber, de verdade, se existe  inferno, do jeito que as igrejas pregam. Descobrir que Jesus tinha quase 2 anos quando recebeu os presentes dos magos em sua casa, e não na estrebaria como a tradição ensina.

Quem descobre certas verdades sobre a vida corre o risco de ficar só, ficar deslocado. Bom mesmo é continuar ouvindo as balelas da tradição, sem ninguém incomodar, seguindo o rumo da maioria.

Pense Nisso!

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